quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Ehrenamtliche Mitarbeiterin
Mas, depois de espanar o pó, tirar as teias de aranha, voltei com tudo!
Quer dizer, não vamos prometer demais né, vamos fazer igual AAA, um dia de cada vez! Hehehe
Tanto pra dizer, que dá até vontade de desistir rsrsrs. Mas vou começar pelo hoje mesmo, o tempo em que vivo.
Estou aqui escrevendo motivada por três senhoras, penso tanto em como elas me ensinam aqui na „Doitschlândia“ (a là Carol), que pensei em dividir com vocês, meus fiéis e „contados“ nos dedos, amigos e familiares!
Primeiro, o resumo do resumo: eu tô aqui voltando das „férias escolares“, ainda sem emprego, coisa da qual me envergonho (e que estou publicando num blog, pior que isso, só postar no Twitter), mas animada (ao menos isso).
Então, eu estava naquela rotina louca de estudar praticamente 24h por dia, daí fiz uma pausa, curti o verão, viajei para Itália, e agora estou de volta e reduzi a minha carga horária de aulas de alemão (pois é, ainda não terminei essa cousa, mas tá quase quase...).
No meio disso tudo, há três meses, aconteceu na minha vida de eu me tornar assistente social voluntária (seria mais ou menos isso). Foi uma sugestão da tia Gabi e o Chuchu (é o Jan, viu gente) pesquisou, descobrimos um Lar para Idosos aqui pertinho de casa, fomos lá e conversamos com a diretora. É impressionante, lugar chic chic, com parque e jardins, muito conforto, mais de 200 idosos vivem lá.
Mas... eles são muito carentes, infelizmente a casa não paga por assistência social, apenas por médicos, enfermeiras, administração e outras funções necessárias ao funcionamento da Casa. E eles aceitam de muito bom grado quem queira prestar o simples serviço de ir lá fazer companhia aos moradores. E eu fiz ficha lá, ganhei um crachá bonito rsrs e vou lá fazer companhia a eles, eu pratico meu alemão (kein English snif snif) e pratico solidariedade.
Eu sempre visito 3 simpáticas senhoras, na faixa etária dos 90 anos, muito lúcidas viu, mas em alguns passeios pelos jardins (foi tempo de aproveitar o verão) eu converso com vários senhores e senhoras. Imagina que os que não conseguem andar, ficam o dia inteiro no quarto! Um absurdo!
O mundo é muito carente de amor ao próximo e ao idoso, parece que nós todos esquecemos que um dia envelheceremos, que podemos ser colocados em um asilo e por mais luxo, conforto e assistência médica que haja, não se compara ao valor de ter amor, afeto e companhia. São 200 idosos solitários que vivem sob o mesmo teto lá. Por mais que a maioria seja otimista (muitos são felizes e em paz lá) eles amam receber visitas e conversar com pessoas de fora. Por que né gente?
Você se sente a celebridade indo lá, todos sorriem e querem conversar. Os corredores são sempre vazios, lá é extremamente silencioso.
As minhas três queridas, Frau Bertel, Frau Berschneiden e Frau Senkpaul, se vestem impecavelmente, com roupas finas para me receberem e preparam chá ou café com biscoitos sempre (é, não falem que estou gordinha por isso, please!! rsrs).
Frau Bertel é a mais idosa, não tem família, pois não teve filhos e os conterrâneos faleceram, ela não anda mais, e recentemente teve uma complicação, esteve internada, voltou, está de castigo na cama. Ah, ela é a mais otimista das três! Está sempre sorrindo, falando coisas bonitas da vida, da vida dela, me conta da vida dela, das duas guerras mundiais (é, ela pegou as duas, perdeu a casa na segunda...), sempre me pergunta se eu volto, quando estou indo embora.
Frau Berschneiden é a mais ativa, sempre anota novas palavras pra saber se eu sei (pegadinha), eu leio a bíblia pra ela (em alemão buááá), a gente passeia, para na cafeteria (pula essa parte), ela tem uma filha que a visita sempre e ela é super dependente da filha, é como se ela fosse filha da filha dela, ela liga todos os dias para perguntar quando ela vem.
E Frau Senkpaul é a reclamona, eu a visito as sextas-feiras e ela sempre reclama que comeu peixe (todas as sextas-feiras servem peixe lá no almoço) e que ela não gosta (ela diz que se fosse bem preparado ela gostaria), ela está sempre caindo e já se machucou várias vezes, eu sempre peço que ela seja cuidadosa, ela também tem filhos que a visitam, mas ela sempre reclama que a vida dela é muito parada e que ela não gosta do silêncio de lá. E ela tem um mal hábito de sempre me fazer trazer pra casa frutas e biscoitos, embora eu sempre implore que não precise, ela sempre diz que estou magrinha (olha só, tem quem ache!! rsrs). Minhas queridas.
É isso. Mais depois, ok?
beijos e amo vocês.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Ai, que vergonha de não atualizar!!!!
Vou começar agora a escrever, tap tap tap....
Notícias blogásticas em breve!!!! ;)
Saudades!!!
PS: Fotinha do fim de semana, passamos na casa da tia Gabi, em Kögel. Mas o passeio foi na cidade de Mölln... Gente, a cidade do Till Eulenspiegel!!! ...Como assim vocês não sabem quem é? Ta bom, eu prometo que escrevo sobre. :P
Fui!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Cidade de Speyer, eu estive lá!! =)

Adorei saber:
A Catedral de Speyer (Mariendom ou Kaiserdom zu Speyer) é uma grande basílica românica localizada na cidade de Speyer, Alemanha. É dedicada à Virgem Maria, sendo o mais importante monumento da cidade e um dos maiores templos românicos do mundo ainda com seu estilo original, apesar de ter sido destruída e profanada em sua história e ter recuperado suas características somente no século XX. Foi tombado pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1981.
A catedral foi construída por ordem de Conrado II, Sacro Imperador Romano-Germânico entre 1030 e 1061 para ser seu túmulo. Mais tarde serviu como jazigo de mais sete reis e imperadores germânicos, além de outros nobres e bispos. Com o tempo a localização de muitas das tumbas foi perdida, mas um projeto de restauro levado a cabo em 1900 as encontrou, abriu e parte de seus relictos hoje são expostos no Museu Histórico do Palatinado, próximo à catedral.
A catedral sofreu várias agressões ao longo do tempo, culminando com um ataque de soldados franceses que a incediaram em 1689. Restaurada entre 1772 e 1784, com alguns acréscimos na fachada e interior, foi novamente profanada em 1794. Outra vez restaurada entre 1846 e 1853, recebeu uma nova decoração de afrescos. Uma restauração ocorrida entre 1957 e 1971 removeu a maior parte dos acréscimos posteriores góticos, barrocos e românticos, devolvendo-lhe seu aspecto primitivo, que a torna um dos mais puros exemplos de seu tipo ainda existentes. Seu desenho foi influente na definição de toda uma corrente arquitetônica ao longo dos séculos XI e XII.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_SpeyerOBS: Lá eles dizem que é a maior catedral no estilo românico DO MUNDO! ;)
domingo, 11 de janeiro de 2009
Eita Língua difícil! Por isso que Beethoven era surdo!

Difícil mesmo, esse é o meu maior desafio agora, nessa minha nova vida. No dia em que eu estiver falando alemão (espero que ainda esse ano) vai ser uma grande batalha vencida. Até lá a gente vai levando, com inglês, com muita paciência e, principalmente, com muito humor né?
E registrando as histórias...
Acho que pra qualquer pessoa que estuda um idioma no país natal o mais engraçado é ir aprendendo as gírias, as expressões. E é a primeira coisa que a gente pega. Eu não vou escrever as expressões alemãs que aprendi até agora, porque o engraçado é falar. Mas tem duas situações engraçadas com duas palavras.
Uma é de quando uma menina brasileira da minha turma não conseguia falar direito a frase que o professou mandou ela dizer e ela largou um sonoro "Scheiße!". Todo mundo riu, menos eu que fiquei boiando, daí perguntei pro meu coleguinha português o que ela havia dito.
"Merda!"
Tinha que ser brasileira, né? E eu, toda inocente, ainda não tinha aprendido a palavrinha. rsrsrs
Na mesma linha, essa virou história clássica na família do Jan: Todo dia nos momentos das refeições na casa da mama é um falatório desenfreado em alemão, principalmente se os irmãos estão discutindo algo. E eu sempre fico boiando né, porque capto pouca coisa, ainda mais numa discussão.
Mas teve um dia, no café da manhã, que o Jan começou a discutir com a mãe dele, reclamando do queijo que ela havia comprado, que era muito gorduroso etc. E eu distraída tomando meu café. Daí ele finalizou o discurso com a frase "Mama, das ist Kacke (lê-se cáca)!!" e eu, automaticamente repeti feito papagaio "Das ist Kacke!". Porque eu reconheci que Kacke era "cáca" em português também rsrsrs. Côco né? kkkkk
Daí todo mundo caiu na gargalhada e o Jan ainda levou uma bronca por ter me ensinado a falar uma coisa feia kkkkkk. Mas a cena de eu quietinha, de repente falando na mesma entonação do Jan "Isso é uma cáca!" foi hilária.
E tem aquela besteira, que todo mundo em país estrangeiro deve sofrer, de o povo achar graça quando você fala o idioma deles, ou achar "bonitinho". Às vezes me sinto uma criança "Diz de novo, por favor, diz de novo!!". Já tem as palavras clássicas: fünf (cinco), grün (verde) etc. Eu já falo até direito, mas só pra fazer a alegria do povo eu falo errado hehehe
Pior é quando tento me passar por alemã nos cantos falando o mínimo possível, por exemplo em supermercados e lojas. E sempre alguém faz uma pergunta diferente (scheiße!) e eu tenho que me entregar e dizer que não falo alemão! Um dia fui no McDonald's sozinha e antes de me dirigir ao caixa eu decorei o que ia pedir (em alemão), pensei "tão fácil, eu consigo, só o número da oferta...". Daí fui lá no caixa e pedi, a moça já olhou meio estranho (eu estava quase convicente), daí ela fez várias perguntas (maldade!) e eu tive que dizer "ok ok você venceu, vamos falar em inglês", e ela começou a rir. Ainda bem que aqui TODO MUNDO fala inglês.
É impressionante, só porque não falo alemão, quando alguém quer perguntar algo na rua, olha logo pra mim... Perguntar onde fica tal rua, onde fica tal loja, qual o metrô pra não sei aonde... Eu tenho cara de informadora? Ou de vendedora? Duas vezes já me perguntaram o preço de algo em lojas...
Eu sempre respondo que não falo alemão (ainda), mas se quiser falar em inglês não tem problema, daí eu acho que o pessoal pensa que é pretexto pra não ajudar, pois pedem desculpa e vão embora!
Teve uma vez que foi diferente... Eu estava no supermercado fazendo compras, exatamente escolhendo tomates, quando um rapaz se aproximou e falou algo em alemão pra mim. Daí, eu educadamente falei, em inglês, que não falava alemão. Daí ele prosseguiu em inglês:
-Ah, você não é daqui?
Eu -Não, não sou...
Ele -Você é de onde?
Eu -Sou brasileira.
Ele -Ah, que legal, onde você está fazendo alemão?
Eu -No Colón..
Ele -E você mora aqui perto?
Eu - Ahn... Qual foi mesmo sua primeira pergunta, aquela em alemão?
...
Ele - Ah, se a gente não se conhecia de algum lugar...
Pois é!! Eu mereço!!!
Fiquei toda errada (como é que dá fora em inglês?), disse que tinha namorado e não estava interessada, mas ele continuo no meu pé, puxando papo, eu acho que escolhi os piores tomates e dei no pé! rsrsrs
E na festa (da aula de spinning) eu estava com a Nina e encontramos um amigo do Jan que estava meio "alto" e veio puxar papo. Daí, eu falei logo no começo que "eu não falava alemão", mas ele esquecia o tempo todo, e falava sem parar em alemão, pra Nina e pra mim, e tinha momentos que ele virava pra mim e falava, falava, falava e eu olhava pra Nina (socorro!) e ela se acabava de rir. E eu repetia "Eu não falo alemão!", daí ele voltava pra Nina e daqui a pouco começava a falar comigo de novo. Menino chato! kkkkk
E teve uma vez na estação de metrô que foi hilário, mas tem que imaginar a cena. Naquele dia, inusitadamente o metrô veio na direção contrária, no lado onde eu pego pra ir em direção ao centro da cidade. Pois bem, algo incomum deve ter ocorrido, pois a maioria do pessoal que estava esperando ficou tão surpresa quanto eu, e quando o metrô parou na estação ficou o receio em entrar no metrô (será que ele vai dar "meia volta" e seguir na direção correta?).
Eu não queria arriscar e perder a viagem e preferi esperar pelo próximo (3min). Daí uma mulher viu que eu hesitei em entrar no metrô e veio na minha direção com cara de quem ia perguntar a minha opinião sobre o incidente. Como eu não estava com saco de dizer que não falo alemão, pensei em apenas fingir que não a tinha visto e recuar (ela podia perguntar a opinião de mais umas 50 pessoas lá), mas aí foi uma engraçada fuga de gato e rato, ela não desistiu e ela vinha vinha, daí eu fui recuando até o outro lado da estação e lá vinha ela. Eu estava quase ao ponto de pular dentro do metrô do outro lado só pra a mulher não me alcançar. kkkkkk Foi engraçada a cena. Mas depois que dei a volta completa, indo e voltando de uma lado para outro, ela desistiu de me perseguir. E o pior é que o metrô voltou mesmo, e eu tive que esperar pelo próximo. rsrs
Sim, e o episódio vencedor (até agora): Quando eu caí da bicicleta, uma mulher correu pra me acudir! Daí que eu estava aturdida, ferida, envergonhada... Não queria falar nem em inglês, muito menos em alemão, e ela fazia mil perguntas e eu não respondia, só dizia que estava bem (em alemão) e ela continuava aflita a fazer perguntas, provavelmente "Você está bem?" (essa eu entendi), "Quebrou alguma coisa?", "Consegue mexer as pernas?", "A bicicleta está funcionando?" (Essa eu entendi também) etc etc..
Daí ela finalmente desistiu de mim e disse "Sie kann nicht sprechen. Sie ist geschockt". "Ela não consegue falar, ela está em choque" e foi embora! Hauhauhau Entendi e deixei ela pensando que eu estava em choque mesmo.
Aprender alemão que é um choque!!! rsrsrsrs
Bis bald!
PS: Desenho roubado da net e título do brilhante Marcel Pinheiro. ;)
A Queda: As últimas horas de bike em 2008
Título: Toda e qualquer semelhança é mera coincidência. rsrsrs
Na minha última semana de aula em dezembro, voltava eu pedalando no frio de Hamburgo tranquilamente, quando eu estava já percorrendo o rio aqui pra casa, eu fui inventar de ajeitar a garrafinha d'água na cestinha da bicicleta (olha aí a asneira) com uma mão, enquanto guiava a bike com a outra (crente que era aqueles experts do night bike), daí que a bike caiu no meio fio da calçada e depois disso foi PAF PUF BUM TUM POW #&%§#§$%&#....
E aí estão as fotos do estrago no meu joelho direito, que só agora está se recuperando. Só não me esborrachei mais porque as roupas de frio me protegeram rsrsrs. Só lasquei o joelho que pegou todo o impacto (tadinho), pois caí pra direita.
Nessas horas não tenho uma enfermeira Ju pra me socorrer (buann), olha só o curativo medonho queo Jan fez em mim! Nãã...
Pra variar, terminei o percuso pra casa pedalando, com dor no corpo todo, principalmente no joelho. Cheguei em casa com a maior cara de choro. E nesse episódio ainda teve um fato engraçado que foi uma senhora tentando me socorrer fazendo mil perguntas em alemão... Mas esse fato fica pro próximo post, que será sobre meus causos com a língua alemã... rsrsrsrs
Aí está mais um mico pra coleção!
Bis bald!
Ui...
Novo ano, novas aventuras!

Aêêêêê!!!
Feliz Ano Novo!!
Entrando 2009 e continuando as aventuras na Alemanha!
Novo ano, novo post né? hehehe
Pra começar, eu prometi no último post escrever sobre o dia da chuva. "A Chuva". Pois é, de vez enquanto algo doido me acontece aqui. De bicicleta então, coleção de histórias!
E, como é andar de bicicleta em todas as estações do ano né? Não sei, não conheci (ainda) todas as estações aqui na Europa, mas vou vivendo e vou relatando. E a gente vai descobrindo juntos, né?
Outono.
Cheguei no Outono, e esta estação está aprovadíssima. Tudo muito bonito, encantador, um show para os meus olhos todos dias pedalar pela cidade. Mas, no final do outono choveu um bocadinho. Aparentemente isso é normal e só eu não sabia (desculpa, eu vivia no nordeste do Brasil hehe).
Estava lá eu, na minha peregrinação diária para o curso, quando percebi que o tempo estava estranho, pesado, ventando muito... Quando eu cheguei no lago Alster (metade do caminho) eu tenho certeza que São Pedro gritou no céu "Abre a torneira agooooooooooora!!!!". Instantaneamente começou a chover!!!
Mas foi um pé d'água que eu tô pra ver outro igual na minha vida!
Caiu um rio do céu, que em 1min me ensopou. Eu tive que agarrar a bicicleta pra ela não ser levada pela ventania. Tinha gente agarrada em árvores. Sério! O fim do mundo!
E isso a, sei lá, 5 graus?
Quer dizer, a "natureza" resolveu me presentear, na primeira chuva, com um "toró", num frio imenso, no meio do nada, de bicicleta. Valeu hein!
Depois que eu encontrei um pequeno abrigo, já tremendo de frio e até com as roupas de baixo molhadas (gostaram da língua culta?rsrs), pensei em ligar pro Jan e pedir socorro. Peguei o celular na bolsa (ensopada) e o bendito estava descarregado. Preocupada em molhar todos os meus livros do curso, o celular e a máquina fotográfica (essa eu estava morrendo de medo de pifar) eu não tinha nenhuma alternativa: Voltei pra casa debaixo de frio e chuva, pedalando!! Em casa: Banho quente, chá, vitamina C etc etc...
Mais tarde o Jan, como sempre, pergunta: porque você não tinha uma capa de chuva?
Como assim, ninguém me avisou que chovia! :P
E eu disse que estava com medo pela máquina fotográfica (que é dele, mas mora na minha bolsa), e ele respondeu: Ah, quanto a isso, não precisava se preocupar, a câmera é a prova d'água!
Ah bom... Se eu soubesse, tinha registrado o dilúvio!
Pois é, depois desse dia, só ando com capa de chuva, mas NUNCA mais houve uma chuva tão forte como a primeira. Depois só vieram chuvas leves, até começar o inverno, quando abriu o solzão mais claro do mundo, o céu azul azul, bonito que só, mas a temperatura, foi caindo caindo... E agora, no inverno, não chove mais, o céu só produz neve rsrs. E neve aqui em Hamburgo é quase de mentirinha, só uns floquinhos fracos, alguns dias cai mais, quase todos dias cai um pouquinho.
Teve um dia que caiu muita neve, mas nesse dia eu estava sem a máquina fotográfica (parece mentira né), tudo ficou muito branco, muito bonito. Mas, vamos ver até o final do inverno, ou então eu viajo, pois já um pouquinho mais pro sul tem neve, nas cidades a 3h daqui. No sul do país tem muita neve, em alguns lugares 30 cm de neve, em outros 1 metro de neve. Só aqui que é paia de neve mesmo. Acho que porque a cidade é quente!! uhuuu :P
E outra história da bicicleta foi de quando furaram os pneus dela. Essa história é meio paia de contar depois de eu escrever mil vezes que o pessoal daqui é super civilizado hauhauhauhuauhau
Mas foi porque a Super Distraída aqui, "estacionou" a bike (com cadeado) no portão de entrada de um prédio lá no Centro. Não tenho culpa se o portão e a cerca era tudo igual!!
Pois é, voltei de metrô pra casa nesse dia... Sem contar o mico.
Pra terminar, a história de quando eu "finalmente" levei meu primeiro tombo de bike... Vou deixar para o próximo post, com direito a registro fotográfico exclusivo para o blog (mico demais para orkut) rsrsrsrs
Beijão!
Bis bald! =)